Primeiro Diet

O primeiro Diet brasileiro

a gente nunca esquece

DIET DOLLY: O PRIMEIRO DIET MADE IN BRAZIL Enquanto em praticamente todo o mundo já havia a opção de se tomar refrigerante diet, no Brasil, até 1987, o Governo Federal não autorizava a fabricação destes refrigerantes, baseado em lei de 1973, que proibia o uso de edulcorantes sintéticos em bebidas. O argumento apoiava-se em resultados de pesquisas realizadas na década de 60 nos EUA, que não recomendavam o uso de adoçantes sintéticos em quantidades exageradas. Mas, pesquisas posteriores desmistificaram esta questão. Concluiu-se que, dificilmente, alguém tomaria de dois a três mil litros de refrigerante por dia, só para correr o eventual risco de contrair alguma doença. Mesmo assim, permaneceu a interdição dos refrigerantes dietéticos no Brasil. Paradoxalmente, gelatinas, pudins, sorvetes e chocolates contendo adoçantes sintéticos nunca deixaram de ser fabricados no Pais. 
Ou seja, vivia-se uma incompreensível contradição burocrática: enquanto o Ministério da Agricultura proibia a fabricação de refrigerantes com edulcorantes sintéticos, o Ministério da Saúde liberava todos os outros produtos dietéticos, desde gelatinas até chocolates e afins. Esta situação só foi alterada em 1987, quando Laerte Codonho, fundador da Dolly – após testar exaustivamente a fórmula do Diet Dolly juntamente à sua equipe de pesquisas e ter o seu registro negado pelo Governo Federal – impetrou ação judicial contra a lei que proibia a produção dos refrigerantes dietéticos. Em 1988, o Poder Judiciário Federal deu ganho de causa à Dolly , que, com o lançamento de seus refrigerantes nos sabores guaraná e limão, deu abertura ao mercado nacional de refrigerantes diets. Hoje, dentre os que querem simplesmente manter a forma ou até mesmo obesos, diabéticos e cardíacos, milhões de brasileiros são beneficiados ao terem a opção de consumir refrigerante dietético.