HISTÓRIA

A Dolly é uma empresa com a missão de oferecer sempre o melhor!

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HISTÓRIA

A Dolly é uma empresa com a missão de oferecer sempre o melhor!

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Marca 100% Nacional

Uma marca 100% nacional no mercado de refrigerantes desde 1987, a Dolly se destaca pela qualidade de seus produtos e, principalmente, por ser a pioneira no mercado de refrigerantes dietéticos no Brasil. A preocupação com a qualidade começa na escolha da matéria-prima obtida através dos melhores fornecedores do mercado. Com uma equipe de profissionais de alto nível e ampla experiência no mercado, 

os refrigerantes Dolly são amplamente

comercializados.

Controle de Qualidade

Cuidando da qualidade dos produtos, a Dolly é equipada com moderno laboratório que reúne equipamentos de última geração. No laboratório são feitas as análises da matéria-prima, da água, além de análise do material de embalagem, microbiologia e controle organoléptico (de degustação). Todos os produtos Dolly atendem aos mais rigorosos padrões de qualidade para manter o produto no mais elevado nível. Toda a produção conta com tecnologia de ponta, atendendo aos rigorosos requisitos do Ministério da Agricultura e da Saúde.

Dolly, o melhor!

A Dolly, conquistou o respeito e a credibilidade do consumidor brasileiro ao se consagrar um sucesso no mercado de refrigerantes.

Em 2003 a Dolly lançou sua incrível campanha “Dolly: para quem não tem medo de mudar…para O MELHOR!”.

A cada dia, a Dolly vem fazendo parte do cotidiano de todo o brasileiro. A campanha prestigiou o consumidor que sabe escolher o que é realmente o melhor.

O primeiro Diet

Enquanto em praticamente todo o mundo já havia a opção de se tomar refrigerante diet, no Brasil, até 1987, o Governo Federal não autorizava a fabricação destes refrigerantes, baseado em lei de 1973, que proibia o uso de edulcorantes sintéticos em bebidas. O argumento apoiava-se em resultados de pesquisas realizadas na década de 60 nos EUA, que não recomendavam o uso de adoçantes sintéticos em quantidades exageradas. Mas, pesquisas posteriores desmistificaram esta questão. Concluiu-se que, dificilmente, alguém tomaria de dois a três mil litros de refrigerante por dia, só para correr o eventual risco de contrair alguma doença. Mesmo assim, permaneceu a interdição dos refrigerantes dietéticos no Brasil. Paradoxalmente, gelatinas, pudins, sorvetes e chocolates contendo adoçantes sintéticos nunca deixaram de ser fabricados no país.

Para milhões de Brasileiros

Ou seja, vivia-se uma incompreensível contradição burocrática: enquanto o Ministério da Agricultura proibia a fabricação de refrigerantes com edulcorantes sintéticos, o Ministério da Saúde liberava todos os outros produtos dietéticos, desde gelatinas até chocolates e afins. Esta situação só foi alterada em 1987, quando Laerte Codonho, fundador da Dolly – após testar exaustivamente a fórmula do Diet Dolly juntamente à sua equipe de pesquisas e ter o seu registro negado pelo Governo Federal – impetrou ação judicial contra a lei que proibia a produção dos refrigerantes dietéticos. Em 1988, o Poder Judiciário Federal deu ganho de causa à Dolly, que, com o lançamento de seus refrigerantes nos sabores Guaraná e Limão, deu abertura ao mercado nacional de refrigerantes diets. Dessa forma, aqueles que querem ou precisam consumir refrigerantes de baixo teor calórico e sem adição de açúcares são beneficiados ao terem a opção dos refrigerantes dietéticos produzidos pela Dolly.

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